Gestão de Patrimônio

Seguro do condomínio e apartamento: qual a diferença?

Escrito por F&A Seguros

Quando o assunto é a segurança de prédios residenciais, é importante distinguir o seguro do condomínio do seguro do apartamento: eles têm objetos distintos e cobrem diferentes tipos de danos. E uma vez que o que está em jogo não é somente o seu patrimônio, mas também sua vida e a de seus familiares e amigos, trata-se de algo que não se pode brincar!

Neste post, apresentaremos o conceito de cada um deles e os pontos que têm em comum, além de mostrar por que são tipos de proteção patrimonial complementares. Continue com a leitura e confira!

Seguro do condomínio e do apartamento

Podemos dizer que o proprietário de um apartamento tem dois patrimônios: aquele que é próprio de forma única (sua unidade residencial) e outro que é compartilhado (condomínio = domínio ou propriedade em conjunto).

O seguro do condomínio protege a parte compartilhada — áreas de lazer, segurança, estacionamento etc. Já o seguro do apartamento cobre a área que não é de propriedade conjunta. Trata-se, portanto, de proteções distintas.

Diferença entre os dois tipos de seguro

Como dito, os contratos de seguro em questão não se confundem. Sendo assim, vejamos as características de cada um deles.

Seguro do condomínio

Esse seguro é obrigatório e o seu valor é dividido entre os condôminos (proprietários dos apartamentos de um edifício). Sua cobertura abrange, dentre outras coisas:

  • danos decorrentes de explosões, incêndios, raios e até casos extremos, como a queda de uma aeronave no edifício, por exemplo;
  • prejuízos em veículos no interior do prédio, seja parado no estacionamento ou em sua circulação (entrada e saída do imóvel);
  • reparos em áreas de lazer, fachadas, muros etc.;
  • roubos e furtos na área comum;
  • responsabilidade civil de síndico ou funcionários envolvidos nas perdas, tanto por ação quanto por omissão.

Seguro do apartamento

É o seguro residencial facultativo, mas que — do ponto de vista do proprietário do apartamento — poderá ser tão ou mais importante que o anterior. Nele, o cliente terá mais flexibilidade na escolha de valores, prazos, pagamentos e outras condições contratuais.

Basicamente, cobre os danos no interior da unidade — incêndio, explosão, raios, furtos e roubos —, bem como outros serviços de proteção que venham a ser negociados com a seguradora.

Seguros complementares

Existem coberturas que são comuns a ambos — por exemplo, contra incêndios ou roubos e furtos. Porém, é preciso ficar atento ao limite do valor coberto, além de outros pontos, como nas seguintes situações:

  • prejuízo no apartamento causado por um acidente na área condominial: será reembolsado pelo seguro do condomínio;
  • prejuízo na área comum, causado por um acidente no interior do apartamento (uma explosão que atinja o corredor e os elevadores, por exemplo): será coberto pelo seguro residencial;
  • roubo de um veículo no estacionamento do prédio: é de responsabilidade do condomínio;
  • roubo de um bem no interior do apartamento: não será coberto pelo seguro do condomínio.

É por essas e outras razões que o seguro do condomínio e do apartamento são complementares, não podendo o proprietário abrir mão da proteção de sua unidade residencial, caso queira se manter minimamente tranquilo quanto à segurança de seu patrimônio.

Percebeu como o seguro do condomínio e do apartamento são ao mesmo tempo distintos e complementares? E já que você está mais bem informado sobre o assunto, aproveite para aprofundar seus conhecimentos na área com este post que trata do seguro residencial. Até breve!

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